Pular para o conteúdo

Aprovada com mudanças pelo Senado, reforma tributária volta à Câmara dos Deputados

O Plenário do Senado concluiu a votação, em dois turnos, da reforma tributária (PEC 45/2019). A proposta unifica tributos para a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que será federal, e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que será estadual e municipal. O relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM) isenta a cesta básica e reduz os tributos da chamada cesta estendida, que conterá carnes e produtos de higiene pessoal. A proposição aprovada pelo Senado também promove a devolução de tributos incidentes na conta de luz e do gás para famílias de baixa renda. A oposição diz que a reforma aumenta a carga tributária porque exclui vários setores do pagamento da alíquota padrão, estimada em 27,5%, e só será implementada em 2033. Aprovada com mudanças pelo Senado, a reforma tributária volta para a Câmara dos Deputados.

Transcrição
APROVADA COM MUDANÇAS PELO PLENÁRIO DO SENADO, A REFORMA TRIBUTÁRIA VOLTA PARA A CÂMARA DOS DEPUTADOS. OS SENADORES REDUZIRAM A TRIBUTAÇÃO DA CHAMADA CESTA BÁSICA ESTENDIDA E A DEVOLUÇÃO DE TRIBUTOS PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA.
Após três meses de discussão, o Plenário aprovou a reforma tributária, que muda o sistema de cobrança de tributos sobre o consumo no País. A proposta unifica três tributos federais, um estadual e um municipal para criar apenas dois: o IBS e a CBS, que não serão cumulativos, ou seja, não serão cobrados nas diversas etapas, como por exemplo, na fábrica e na loja. Outros países já contam com um modelo de tributação sobre o valor agregado com alíquotas menores de 20%. A equipe econômica, no entanto, estima uma de 27,5%. Mas a proposta prevê isenção para a cesta básica e a redução de 60% para outros produtos da chamada cesta estendida, que serão definidos em lei específica. O relatório do senador Eduardo Braga, do MDB do Amazonas, manteve a devolução dos tributos sobre a conta de luz para famílias de baixa renda e incluiu no chamado cash back o botijão de gás. O senador Rogério Carvalho, do PT de Sergipe, destacou que a proposta vai reduzir a carga tributária sobre o consumo. A reforma vai reduzir o peso da tributação sobre o consumo para quem ganha menos. Quem ganha mais, quem consome bens mais caros vai pagar mais. Quem ganha menos, quem consome bens de primeira necessidade vai pagar menos tributo. Então, ela tem um caráter desejado, que é o que a gente chama de uma reforma que também tem um caráter progressivo. Quem ganha mais paga mais, quem ganha menos paga menos e o que é mais justo. A oposição votou contrariamente à reforma tributária. O senador Izalci Lucas, do PSDB do Distrito Federal, destacou que a proposta prevê quatro alíquotas para o IVA: uma padrão que deverá superar os 27,5%; uma favorecida de 40% da padrão para treze setores da economia, a exemplo do de transportes e o agrícola; uma de 70% da padrão para profissionais liberais, como médicos e advogados; e uma que isenta outros setores, incluindo o da saúde. Ele ressaltou que quanto maior o número de exceções, maior será o percentual da alíquota padrão.  Na medida que você vai reduzindo as alíquotas para alguns setores, e muitos foram contemplados, você acaba aumentando a alíquota geral. Se todo mundo paga uma alíquota única, você tem um percentual mais justo para todos. Na medida que você vai excluindo, e o governo precisa do todo, alguns setores vão pagar mais por isso. Então, aumenta a alíquota. Agora é evidente que tem setores que são fundamentais e que devem estar, como educação, saúde. Não tem como nem discutir.  A reforma tributária também cria o Imposto Seletivo a ser cobrado de produtos que prejudiquem a saúde e o meio ambiente; define um teto para a carga tributária; institui a cobrança de IPVA para jatinhos, iates e lanchas e institui progressividade na tributação sobre heranças. A proposta também prevê um Fundo de Desenvolvimento Regional com R$ 60 bilhões para minimizar as perdas de estados e municípios com as mudanças. O projeto estabelece uma fase de transição que vai começar em 2026 para vigência integral do novo modelo em 2033. Aprovada com mudanças pelo Senado, a reforma tributária volta para a Câmara dos Deputados.

Fonte: Da Rádio Senado, Hérica Christian. Adaptado por Karla Borges.

Aprovada a PEC da Reforma Tributária pelo Senado em 2o turno

Às 21 h 14 foi aprovada em segundo turno pelo Senado Federal a proposta de emenda constitucional da Reforma Tributária. O texto agora retorna à Câmara dos Deputados.

Por Karla Borges

Comissão aprova PL que descongela a contagem do tempo de quinquênios e licenças-prêmio

O Projeto de Lei (PLP) 21/2023, que trata do descongelamento do tempo de trabalho confiscado do funcionalismo público, para fins de pagamento de benefícios como quinquênio, sexta-parte e licença-prêmio, foi aprovada na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados hoje, quarta-feira (8/11).

Fonte: https://www.instagram.com/p/CzZxR8jM7HQ/?igshid=MTZ2YTk5cmw4bGtncQ==

Teto deverá ser único para as carreiras fazendárias com a Reforma Tributária

O Relator da Reforma Tributária acatou a emenda 807 (Plinio Valério) para votar em plenário junto com o texto da PEC 45:

“Relativamente a emenda 807, os membros da Administração Tributária dos Entes subnacionais certamente exercem função de extrema relevância e merecem toda a consideração. A modificação pretendida contempla antiga demanda da Administração Tributária dos Estados e Municípios e não gera imediato e qualquer impacto fiscal, parece-nos ser o momento propício de contemplar a categoria com o acatamento da emenda.”

Muito feliz aqui porque todo o trabalho e esforço frutificaram. Pela valorização do Fisco e da AT, sempre!

Seguiremos firmes até aprovação final, disse Rodrigo Spada, Presidente da FEBRAFITE.

Por Karla Borges

Prefeitura doa R$ 1 bilhão para construtoras que reformam prédios no centro

 O prefeito Ricardo Nunes (MDB) assinou, nesta sexta-feira (27/10), durante a inauguração de um prédio de alto padrão reformado no centro da cidade, um decreto que vai dar, a fundo perdido, um total de R$ 1 bilhão para construtoras que queiram reformar prédios antigos na região.

O projeto foi adiantado pelo Metrópoles no fim do ano passado. A ideia é que vários empresários diferentes possam ficar com uma fatia dessa doação. Cada interessado deve apresentar seu projeto, detalhando o custo total das reformas, e a Prefeitura irá pagar até 25% do valor da obra caso a proposta esteja de acordo com as regras.

O edital convocando as empresas a apresentar os projetos será publicado na semana que vem. O programa de Nunes vale apenas para prédios dentro do perímetro do Programa Requalifica Centro (ruas do entorno do centro velho da capital).

A Prefeitura dá pontuações diferentes para cada projeto, considerando fatores como o valor urbanístico do prédio e as externalidades positivas que a obra trará para o centro velho. Dessa forma, algumas propostas podem ser melhor avaliadas do que outras. As com avaliação mais baixa poderão ter acesso a um percentual de benefício menor.

Quem ganhar uma parte desse recurso terá de se comprometer em garantir que o imóvel reformado mantenha a nova função por um período de 10 anos, ou terá de devolver o dinheiro.

A ideia que norteia esse programa é tentar facilitar a reforma de imóveis antigos no centro. Parte do mercado imobiliário foge dos chamados “retrofits”, as restaurações de imóveis degradados, porque eles dão menos retorno financeiro do que construir um prédio do zero.

No centro, porém, as estimativas são de que existam até 300 mil apartamentos vazios e deteriorados, que poderiam ser ocupados por famílias caso passassem por reformas.

Dos R$ 1 bilhão que Nunes dará aos empresários, 30% terá de ser usado para reformas de unidades de Habitação de Interesse Social (HIS) 1, para famílias com renda de até três salários mínimos, e outros 30% para unidades de HIS 2, para famílias de até seis salários mínimos de renda.

A própria Prefeitura, porém, admite ter dificuldades em fiscalizar se as construtoras, no fim das contas, de fato vendiam esses imóveis para pessoas que se encaixavam nesses critérios. Foi essa dificuldade que motivou a gestão Nunes a propor mudanças na concessões de benefícios previstos na revisão do Plano Diretor, no fim do semestre passado.

“No Plano Diretor aprovado recentemente, houve algumas regras para que você tenha efetividade dessa compra”, disse o secretário da Casa Civil, Fabricio Cobra Arbex. “Inclusive, chamando à responsabilidade os cartórios, convênio com os cartórios, porque a primeira aquisição é registrada em cartório”.

O decreto prevê que, caso a empresa descumpra as regras para recebimento da doação, poderá ser multada em valores que podem chegar a até 100% do valor recebido, além de determinar a devolução do dinheiro.

Fonte: Metropoles

Relatório da Reforma Tributária acaba de ser aprovado pela Comissão do Senado

Aprovado às 15 h 50 o texto base da Reforma Tributária na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

A partir de agora serão apreciados os destaques!

07/11/2023

Fonte: TV Senado

Comissão aprova projeto que prevê gratuidade de estacionamento a idosos

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou proposta que garante gratuidade ao idoso em estacionamentos privados e públicos em que haja sistema rotativo pago.

O texto, que altera o Estatuto do Idoso, prevê ainda pena de seis meses a um ano de detenção e multa para quem discriminar idosos, impedindo ou dificultando o seu acesso às vagas de estacionamento.

A medida consta no Projeto de Lei 6047/13, que recebeu parecer favorável na forma de substitutivo do relator, deputado Reimont (PT-RJ). Ele optou por fazer uma alteração na versão original para ampliar a gratuidade aos estacionamentos públicos que funcionem em sistema rotativo pago.

Reimont concorda que a iniciativa visa a proteger a economia dos idosos. “Os idosos têm seu poder de consumo reduzido, em virtude da queda do poder aquisitivo, devido à diminuição do valor real de sua aposentadoria ou provento e da elevação das despesas fixas com medicamentos e planos de saúde”, disse em justificativa.

O relator também recomendou a aprovação dos projetos apensados (PLs 6317/13, 2867/15, 3150/15 e 2277/22) que tratam do mesmo tema.

Tramitação
A proposta, que está sujeita à apreciação do Plenário, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Ex-prefeito contesta decisão do TCE que mandou acabar com terceirização do ISS Fonte: Ex-prefeito contesta decisão do TCE que mandou acabar com terceirização do ISS

Ex-prefeito Paulo Piau contestou decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que determinou substituição da terceirização para apuração do ISS. Em nota, o gestor argumentou que a contratação de empresa para prestar o serviço foi adotada em 2002 e, até então, o órgão não havia apresentado qualquer objeção à medida.

A equipe do TCE analisou o sistema tributário de Uberaba no exercício de 2017 e de janeiro a julho de 2018, ainda na gestão de Piau. Na auditoria, foi constatada a falta de servidores Auditores Fiscais e a inexistência de planejamento da fiscalização e de procedimentos fiscalizatórios de arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS). Os técnicos também questionaram a contratação do Ibam (Instituto Brasileiro de Administração Municipal) pelo município para apuração do ISS. O processo foi julgado no fim de outubro deste ano e a Corte determinou aprimoramento do sistema fiscal e tributário no município de Uberaba, inclusive com o fim da terceirização.

No texto, Piau manifestou que a apuração do ISS está sob a responsabilidade de empresa terceirizada desde o fim de 2002 e foi uma decisão tomada no governo Marcos Montes “por apresentar as melhores alternativas para o município, com a implantação de sistemas que permitiram a emissão da nota fiscal eletrônica e controle da arrecadação de forma sistêmica, eficiente e ágil”.

Ainda segundo a nota, o TCE nunca levantou qualquer óbice a respeito da terceirização até então. Com isso, a solução já em curso foi mantida como alternativa mais eficaz para resolver a questão da falta de estrutura municipal que se apresentava de forma generalizada entre os municípios.

Além disso, o texto ressaltou que a empresa permitiu a modernização dos processos com a evolução dos sistemas tecnológicos e apontou que o município de Uberaba foi modelo de referência para consultas acerca do ISS.

Mesmo com a terceirização, o ex-prefeito defendeu que o município detém controle, planejamento e fiscalização dos procedimentos fiscalizatórios de arrecadação do ISS, por meio dos relatórios apresentados pela empresa contratada.

Quanto ao apontamento do TCE sobre a falta de auditores fiscais, a nota justificou, foram realizados concursos públicos para a ampliação do quadro de funcionários, mas não houve êxito devido à alta rotatividade dos aprovados à procura de melhores salários.

Fonte: JM online

Multipropriedade: conheça a nova forma de negócio que está crescendo no Brasil e o IPTU é proporcional

Já pensou em ter um apartamento na beira da praia ou em uma região serrana para poder passar as férias? A multipropriedade promete tornar esse processo mais fácil. O modelo de negócio, que consiste no compartilhamento de um imóvel entre diferentes donos, tem crescido no Brasil. Em 2023, o país conta com pelo menos 180 empreendimentos desse tipo, entre prontos e em construção, com VGV (Valor Geral de Vendas) de quase R$ 60 bilhões. Os dados constam no relatório “Cenário do desenvolvimento de multipropriedades no Brasil 2023”, produzido pela Caio Calfat Real Estate Consulting. O modelo é regulamentado desde 2018 no país. 

“Todas as pessoas são proprietárias do imóvel todo, mas não podem usar o tempo todo. Esse modelo tem crescido no Brasil, que já existe há muito tempo nos Estados Unidos e na Europa”, explica o professor de direito Gustavo Kloh, da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro. Segundo ele, o modelo é bem comum no ramo da hotelaria, mas também em aeronaves e embarcações.

De acordo com o professor, a multipropriedade tem muitas vantagens para todos os envolvidos, contando que a pessoa tenha uma agenda flexível. “Eu tenho um pedaço de um bem que eu posso usar e o custo disso é baixo. A desvantagem é que a regra é dura. Posso usar duas três semanas, com pouca flexibilidade, muita gente tendo que ser acomodada em pouco espaço. A pessoa tem que ter uma agenda flexível. Tirando isso é barato e interessante. As pessoas estão atrás disso, ser feliz economizando”, destaca.

Este mês, o país teve o lançamento de mais um projeto do tipo. O Hard Rock Hotel de Gramado, que tem inauguração prevista para 2027, seguirá o modelo de multipropriedade. O Correiovisitou, a convite da Mundo Planalto, o salão de vendas do hotel. O empreendimento terá 858 apartamentos, com valores iniciais de R$ 89.900 cada semana. Quase todas as unidades serão para multipropriedade, com somente cerca de 100 apartamentos para a hotelaria comum. Cada cliente poderá adquirir no máximo seis semanas.

De acordo com Wesley Reis, sócio da Mundo Planalto, a multipropriedade permite que o empreendimento possa ser feito. A previsão é de cerca de R$ 1 bilhão de investimentos para que o Hard Rock possa ser construído. No modelo, o interessado compra as semanas que poderá usufruir ou colocar para locação. “Uma das formas de fazer é vender a semana para o cliente, mas no fim do dia, não tem diferença entre o serviço da hotelaria comum e da multipropriedade. É uma modelagem para a gente fazer uma venda. No momento que ele não estiver usando ele coloca para locação”, explica.

Ainda na Serra Gaúcha


Este é o segundo empreendimento na Serra Gaúcha da Mundo Planalto que seguirá o modelo. O primeiro é o resort Castelos do Vale, que será o primeiro do Brasil dentro de uma vinícola. O resort fica em Bento Gonçalves, na vinícola Dom Cândido. O empreendimento já está em construção e com quase todas as unidades vendidas. A inauguração está prevista para 2025. O investimento é de cerca de R$ 100 mil. Ao todo, serão 64 unidades de hotelaria de 40 metros quadrados cada.

“No meio do processo de fazer o Hard Rock fomos convidados a conhecer o Vale dos Vinhedos e ficamos apaixonados. É um destino que está crescendo e vai crescer mais ainda. Cada vez mais as pessoas querem ter contato com o enoturismo. Temos projetos de expandir para outros países”, explica o SEO da Mundo Planalto, José Roberto Nunes. 
Fonte: Correio Brasiliense

Reforma tributária começa a ser discutida e votada na CCJ a partir de terça-feira (7)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, contabiliza pelo menos 60 votos em plenário. Leia a íntegra do relatório da reforma tributária.

Foto: Pedro França/Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado se prepara para votar a reforma tributária na próxima terça-feira (7). O senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou o parecer da proposta no último dia 25.

Este documento se difere do anterior na anexação de mais cinco emendas ao relatório. Foram acatadas: a limitação das alíquotas do IBS e da CBS em 25%, a inserção do turismo ao regime diferenciado e o estabelecimento do mesmo ritmo de redução do art.128.

As emendas rejeitadas foram a inclusão de operações com energia elétrica de fontes renováveis na lista de bens com desconto de 60% nos impostos e a redução de 100% nos tributos para veículos adquiridos por taxistas e pessoas com deficiência.

Antes da votação prevista para a próxima semana, foram três meses de relatoria na CCJ e nove audiências públicas realizadas, em que Braga ouviu demandas dos principais setores da economia, de prefeitos e governadores.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está otimista. Contabiliza pelo menos 60 votos em plenário, no dia seguinte.

“Estamos muito seguros de que o relatório está bem-feito, de que nós teremos, se Deus quiser, uma maioria boa no Senado e que vai ser possível promulgar a emenda constitucional ainda esse ano”, disse Haddad, que na tarde da última quinta-feira teve uma longa reunião com o relator da matéria no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM).

Ele apresentou ao ministro o relatório da PEC (Proposta de Emenda Constitucional), prevista para chegar ao plenário na quarta-feira da semana que vem. O ministro voltou a afirmar que a meta do governo é obter ao menos 60 votos favoráveis à proposta, que precisa de 49 para ser aprovada.

Leia a íntegra do relatório da reforma tributária.

DOC-SF238260004403-20231025Baixar

Com informações do Congresso em Foco e Folha de Pernambuco

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora