| Quem tem fome, tem pressa. A Prosus, dona do iFood, também. O grupo holândes de investimentos acaba de engolir mais um prato bilionário: a compra da Just Eat TakeAway, uma das maiores plataformas de delivery da Europa. |
| Com o negócio de € 4,1 bilhões (R$ 24,6 bilhões), a Prosus agora torna-se a 4ª maior empresa de entrega de refeições do mundo, atrás apenas da chinesa Meituan, e das americanas DoorDash e Uber. |
| A transação reforça o apetite da companhia por expansão global e consolida sua influência no setor, onde já tem investimentos em players como Glovo, Swiggy e até participação na própria gigante chinesa Meituan. |
| No Brasil, o domínio da empresa segue sólido. O iFood detém cerca de 80% do mercado e já chegou a bater 100 milhões de pedidos por mês. |
| Agora, com a Just Eat no cardápio, a Prosus busca aplicar tecnologia e inteligência artificial para turbinar suas operações na Europa. |
| 🔮 Apesar do investimento bilionário, a Prosus afirmou que não pretende fazer novas aquisições no curto prazo. O foco será expandir e melhorar os serviços das empresas que já controla. |
| PS: O mercado reagiu: as ações da Just Eat dispararam 54%, enquanto as da Prosus caíram 7%. |
Fonte: The News
No exercício de 2024, a União transferiu para a capital baiana os valores de R$ 1.392.751.062,66 de FPM, R$ 1.228.294.470,08 do SUS, R$ 93.558.774,51 de FNDE e R$ 79.873.524,37 de outras receitas, totalizando R$ 2.794.477.831,62.
Esse montante repassado pelo governo federal a Salvador ano passado equivale a mais de duas vezes a arrecadação do IPTU de Salvador em 2024, de R$ 1.240.524.751,74.
(HSA)
Fonte: Transparência

Processadores chineses continuam priorizando a compra de soja brasileira, deixando de lado oleaginosas norte-americanas, diante da perspectiva de que o governo de Donald Trump imponha novas tarifas sobre produtos da China. Desde que Trump reassumiu a presidência dos Estados Unidos, as tensões comerciais voltaram ao centro do debate, levando importadores chineses a reforçar estoques e diversificar fornecedores.
A preferência pela soja brasileira no primeiro trimestre já era uma tendência nos últimos anos, mas a incerteza sobre novas medidas protecionistas nos EUA acelerou esse movimento. Processadores chineses asseguraram praticamente todas as suas cargas do Brasil para embarque no início de 2025, segundo três fontes do setor.
No ano passado, o Brasil já era o principal fornecedor de soja para a China no primeiro trimestre, representando 54% das importações chinesas, enquanto os EUA responderam por 38%. Agora, traders apontam para uma mudança ainda mais significativa.
“Os trituradores chineses estão reservando cargas brasileiras para embarque em fevereiro e março”, afirmou um trader em Cingapura. “Tanto empresas estatais quanto privadas estão adquirindo grãos do Brasil. Basicamente, houve uma migração total para a soja brasileira.”
Impacto das políticas de Trump
O governo Trump já sinalizou sua intenção de elevar tarifas sobre produtos chineses em uma faixa entre 10% e 60%. Caso isso ocorra, Pequim deverá retaliar, impactando setores como o de produtos agrícolas norte-americanos, que dependem do mercado chinês.
Durante a primeira presidência de Trump, os embates tarifários com Pequim levaram a uma reconfiguração no comércio global de soja, com a China reduzindo significativamente sua dependência dos EUA. Em 2016, os EUA respondiam por 40% da soja importada pela China, número que caiu para 18% nos primeiros 11 meses de 2024, enquanto a participação do Brasil subiu de 46% para 74%, segundo dados da alfândega chinesa.
A oferta sul-americana de soja, colhida no início do ano, normalmente domina o comércio global até que os estoques dos EUA entrem no mercado em agosto. No entanto, as compras chinesas de grãos brasileiros aumentaram mais cedo e em maior volume do que o habitual, afetando diretamente as exportações norte-americanas.
Essa tendência deve resultar em um excedente significativo de soja nos EUA. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estima que o país encerrará o ano comercial 2024/25, em agosto, com um estoque de 10,34 milhões de toneladas métricas — o maior volume dos últimos cinco anos.
Soja brasileira se mantém mais competitiva
Além das tensões comerciais, o preço competitivo da soja brasileira tem sido um fator decisivo para os compradores chineses.
“Os importadores intensificaram as compras no último trimestre de 2024, antecipando possíveis barreiras comerciais com os EUA após a reeleição de Trump”, explicou Lin Guofa, analista sênior da consultoria Bric Agriculture Group.
As condições climáticas favoráveis no Brasil e a desvalorização do real ajudaram a reduzir os custos de produção, tornando a soja brasileira ainda mais atrativa. A diferença de preço entre os grãos do Brasil e dos EUA se ampliou, impulsionada pelas expectativas de uma safra recorde no país sul-americano.
Atualmente, a soja brasileira está sendo vendida a US$ 420 por tonelada, incluindo custos de frete para a China em fevereiro, enquanto os embarques pelo Pacífico Noroeste dos EUA estão na faixa de US$ 451 por tonelada.
Demanda chinesa e estoques elevados
Mesmo com o aumento das compras de soja brasileira, analistas preveem uma leve redução nas importações totais da China no primeiro trimestre, devido ao alto volume adquirido em 2024. As importações devem cair para algo entre 17,3 e 18 milhões de toneladas métricas, contra 18,58 milhões no mesmo período do ano anterior.
“O principal fator é o excesso de oferta de soja importada em 2024. Agora, o mercado aguarda a chegada da nova safra brasileira”, afirmou um analista de Xangai que preferiu não se identificar.
Em 2024, a China importou um volume recorde de 105,03 milhões de toneladas métricas de soja, consolidando sua posição como o maior comprador global. Enquanto empresas privadas intensificam as compras do Brasil, a armazenadora estatal Sinograin continua adquirindo soja dos EUA, preferida para estocagem devido ao seu maior teor de óleo.
A decisão de Pequim sobre futuras compras dependerá do desenrolar das relações comerciais com os EUA nos próximos meses. Mas, por enquanto, os grãos brasileiros seguem dominando o mercado chinês.
Fonte: Revista Piaui
Ainda que na prestação de contas de 2021 da Prefeitura de Salvador não tenha sido comprovada a aplicação do percentual mínimo exigido, de 90% dos recursos do FUNDEB, ainda que tenha havido indevidos cancelamentos de restos a pagar e não apresentação de processos administrativos de baixas da dívida ativa (por anulação e por transação), o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia – TCM BA votou pela APROVAÇÃO, COM RESSALVAS, das contas da capital baiana no exercício de 2021, sem ter apreciado ainda o ano de 2020.
Confiram o voto!
https://www.tcm.ba.gov.br/sistemas/textos/2022/voto/12145e22.odt.pdf
(HSA)
Fonte: TCM BA

A Receita Federal dos Estados Unidos impediu um importante assessor do bilionário da tecnologia Elon Musk de acessar declarações de contribuintes individuais ou outras informações pessoais como parte de um acordo assinado entre a agência de cobrança de impostos e a administração Trump. O acordo parece evitar o que alguns funcionários da IRS descreveram em privado como o pior cenário. Nele o assessor, o engenheiro de software Gavin Kliger, de 25 anos, teria livre acesso aos bancos de dados da agência, contendo informações confidenciais de contribuintes. Desde que Kliger chegou à sede da agência, na semana passada, autoridades da IRS pressionam para limitar o acesso do assessor aos dados. Ele age sob ordens de Musk e Trump. Em um memorando de entendimento datado de quarta-feira e assinado por Kliger, funcionários do Departamento do Tesouro e do Escritório de Gestão de Pessoas, a função do assessor é descrita como focada em melhorar o software e os sistemas de TI da agência, para torná-los mais eficientes. O acordo também detalha as restrições ao acesso de Kliger às informações dos contribuintes durante os seus 120 dias na agência. “Caso o acesso aos sistemas da IRS que contenham declarações ou informações de declarações se torne necessário, como parte dos deveres detalhados sob este acordo, esse acesso só será fornecido se for anônimo e de uma maneira que não possa ser associada, direta ou indiretamente, a nenhum contribuinte”, informa o texto. A IRS realiza demissões em massa de funcionários em período de experiência. A agência começou a notificar os trabalhadores afetados na quinta-feira, e planeja demitir cerca de 6.700 funcionários, o equivalente a quase 7% de sua força de trabalho.
Fonte: Terra
Em seminário sobre impactos da Lei Complementar 214, ele garantiu que haverá bom senso e flexibilidade na adaptação de sistemas para o novo modelo. Mas transição começa antes, em 2026

O secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, tranquilizou o setor privado, na terça-feira (18), quanto à mudança do modelo de sistemas para a cobrança da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). “Com certeza haverá bom senso, acho que isso é importante entenderem. Ninguém vai chegar e falar que tem um mês para ajustar os sistemas de todo o setor privado para poder se adequar ao novo modelo. Obviamente, não vai acontecer isso. Certamente haverá bom senso nesse processo”, assegurou.
Durante o seminário online “A Lei Complementar 214: Impactos imediatos para os contribuintes”, organizado pelo portal de notícias Migalhas, o secretário abordou os desdobramentos da recente aprovação da Lei Complementar 214, que reestrutura os tributos sobre consumo no Brasil.
Ele comentou que “o desafio é grande” e explicou que no início de 2026 já deverá ser possível iniciar o período de teste, mas sempre lembrando que, pelo que foi aprovado, não haverá cobrança de CBS e IBS no ano que vem. “Haverá exigência de obrigações acessórias, mas não a cobrança, ou seja, quem cumprir as obrigações acessórias não será obrigado a pagar o IBS e a CBS”, salientou.
Appy lembrou que estava prevista a cobrança com alíquota de 0,9% da CBS e 0,1% do IBS, o que seria compensado com a arrecadação da Cofins, mas, na tramitação pelo Senado, foi definida a dispensa caso houvesse o cumprimento das obrigações acessórias.
Segundo ele, “o desafio é grande, mas está sendo feito um trabalho para que, talvez não todos os sistemas, mas os mais importantes, inclusive de apuração assistida, já estejam operacionais no início de 2026”.
Meses de adaptação
Appy reforçou, no entanto, que haverá flexibilidade e que em 2026, se for preciso, pode haver alguns meses de adaptação até que seja, de fato, iniciado o período de teste com todas as suas características. Inclusive, alguns sistemas podem até mesmo entrar ao longo do ano. “Não deve estar tudo prontinho e acabado na virada do ano, mas de fato a cobrança mesmo começa em 2027”, afirmou.
O importante, de acordo com Appy, é que haja um período razoável em 2026 em que o teste esteja funcionando com todos os sistemas. Ele frisou, porém, que “não tem como chegar em dezembro de 2026 e não estar com todos os sistemas operando, já em período de teste”.
Appy disse entender que “o setor privado está ansioso”, mas adiantou que, em breve, vão começar a ser passadas informações mais detalhadas sobre a estruturação dos sistemas e das interfaces de programação de aplicações (APIs, na sigla em inglês) para a interface com os sistemas dos novos tributos.
“É uma mudança muito grande, é realmente uma mudança muito grande. Hoje você tem a apuração mensal, agora você vai ter um sistema basicamente de conta corrente, débitos, créditos constituídos, extintos, ou seja, tem uma mudança bastante grande para um novo modelo, mas está sendo feito”, ponderou.
PLP 108/24
Durante o evento, o secretário também destacou a importância da aprovação do Projeto de Lei Complementar 108 (PLP 108/24), que já passou pela Câmara, mas ainda está tramitando no Senado. “Ele é fundamental para que a forma tributária seja implementada”, justificou, ressaltando que, sem o PLP 108, não é possível fazer funcionar o IBS. “Óbvio que a gente tem que respeitar o tempo do Congresso Nacional, mas eu acredito que, ainda neste primeiro semestre, o PLP 108 vai ser aprovado”, previu.
O painel com o secretário Bernard Appy foi mediado pela advogada e doutora em Direito Tributário Susy Hoffmann e também contou com a participação da secretária especial adjunta da Receita Federal do Brasil, Adriana Gomes Rego.
Fonte: Agência Gov | via MFaz
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) decidiu não realizar o reajuste da tarifa do metrô e dos ônibus metropolitanos após estudo técnico. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira, 20, em coletiva de imprensa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.
Com a medida, os baianos permanecem pagando R$ 4,10 para utilizar os modais. O último reajuste do sistema, administrado pela CCR Metrô Bahia, aconteceu em 2021.
Havia uma expectativa para o aumento no valor do transporte sob trilhos após a decisão do prefeito Bruno Reis (União Brasil) em elevar os valores dos ônibus convencionais e do BRT de R$ 5,20 para R$ 5,60.
Deste modo, a integração entre os modais, no valor de R$ 1,50, continuará sendo custeada pelo governo Jerônimo Rodrigues.
Fonte: Jornal A Tarde
O Decreto 39.862/25 prorrogou, em caráter excepcional, o pagamento do ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza da empresas estabelecidas em Salvador.
O vencimento, que ocorre dia 05 de cada mês, será alterado apenas no mês de março para 10/03/25, por conta do período momesco, uma vez que a obrigatoriedade de pagamento do imposto ocorreria na quarta-feira de cinzas, sendo estendido para a segunda-feira seguinte.
Fonte: DOM de Salvador
O governador Jerônimo Rodriguesanunciou, na manhã desta quinta-feira, 20, que os mais de 270 mil funcionários públicos ativos, aposentados e pensionistas do Estado irão receber seus salários do mês de fevereiro no próximo dia 27, quinta-feira, dia de abertura do Carnaval de Salvador.
O pagamento em cota única – com valor total orçado em mais de R$ 1,8 bi – irá beneficiar especialmente os servidores ativos que, de acordo com a programação anual, teriam os seus recursos liberados em conta bancária apenas no dia 28 de fevereiro. Já para os aposentados e pensionistas, não houve alteração no calendário.
Fonte: A Tarde
Um dos fatores que podem desvalorizar um imóvel é a vizinhança. Nesse campo, até uma antiga e simpática tradição conta pontos negativos: as feiras-livres. Muita gente ainda adora cultivar o hábito de fazer compras nas barracas armadas na rua, repletas de legumes e frutas frescas. Elas só não podem estar próximas demais do endereço dos frequentadores. Ninguém gosta da limitação imposta pela montagem e desmontagem do mercado, fora o movimento que ele atrai.
Na tentativa de amenizar esses transtornos, o Tribunal de Justiça de São Paulo já reconheceu a constitucionalidade de leis que concedem desconto no IPTU para imóveis prejudicados por conta da presença das feiras-livres em seu endereço. A Lei Municipal 8.920 de 2015, do Município de Presidente Prudente prevê a concessão de desconto de até 50% no pagamento do imposto nos logradouros públicos onde são realizadas feiras livres.
São beneficiados pelo desconto, os imóveis localizados no trecho do logradouro público ocupado pelas barracas dos feirantes. Excetuam-se os imóveis comerciais que ficam fechados nos finais de semana e as áreas que não possuem imóveis edificados.
Fonte: Revista Veja e Lei de Presidente Prudente

