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Receita Federal divulga novo relatório de acompanhamento do Perse

A Receita Federal apresentou às entidades representativas do Setor o  novo Relatório Bimestral de Acompanhamento do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos.

A reunião, ocorrida na tarde de terça-feira (24/6), teve como objetivo demonstrar os dados extraídos da Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária (Dirbi) , referentes aos contribuintes habilitados no Perse, abrangendo o período de abril de 2024 a março de 2025, contemplando as declarações entregues até o dia 2 de junho de 2025.

As informações do Relatório apontam que o total de renúncia tributária ultrapassou R$ 15 bilhões — limite estabelecido pela Lei nº 14.148/2021 — o que confirma a extinção do benefício fiscal a partir de abril de 2025.

O Encontro atendeu ao compromisso da transparência dos dados a fim de que os representantes do Setor possam analisar e apresentar suas observações.

Acesse o Relatório aqui. 

Acesse as planilhas aqui.

Fonte: Receita Federal

Governo tem superávit de quase R$ 20 bi em 12 meses

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que o governo central fechou os 12 meses encerrados em maio com superávit acumulado de quase R$ 20 bilhões. No acumulado de 2025, o resultado fiscal está cerca de R$ 60 bilhões acima do verificado no mesmo período do ano passado. “Nesse horizonte, a política fiscal é extremamente contracionista”, disse ao Valor Econômico, citando que as despesas estão 3% menores em termos reais.

Mesmo com esse resultado positivo, Ceron demonstrou cautela sobre o restante do ano. Ele destacou que a decisão de um eventual descontingenciamento das despesas bloqueadas em maio só poderá ser tomada após a tramitação de medidas de ajuste em análise no Congresso. “Eu ainda vejo dificuldades para o restante do ano”, afirmou.

Entre as medidas em discussão estão a Medida Provisória 1.303, que propõe aumento de tributação em alguns setores, a regulamentação dos supersalários, a reforma da previdência dos militares e a possibilidade de reversão do decreto que elevou o IOF. Segundo Ceron, essas propostas, mesmo que ajustadas, são essenciais para cumprir a meta fiscal de 2025 e estruturar o orçamento de 2026.

O secretário avaliou que, apesar das derrotas impostas ao Executivo na semana passada, há ambiente no Congresso para um “debate saudável”. Ele mencionou apoio de lideranças, incluindo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), à agenda de consolidação fiscal. “Ninguém disse que não quer cumprir as metas de 2025 e 2026”, pontuou Ceron.

Sobre o futuro do arcabouço fiscal a partir de 2027, Ceron disse não ver necessidade de grandes reformas, apostando na continuidade do ajuste gradual. “O país não precisa de cavalo de pau”, afirmou. No entanto, ele reconheceu que será preciso rever algumas dinâmicas de gastos, como o crescimento dos Benefícios de Prestação Continuada (BPC), que pode superar o Bolsa Família.

Ceron também comentou a proposta de fim das isenções de Imposto de Renda para títulos voltados ao agronegócio, infraestrutura e construção civil. Segundo ele, o avanço dessas emissões tem elevado o custo de rolagem da dívida pública. “Não é só o Tesouro que sofre. O equilíbrio piora para todos, e todos estão captando a custos maiores do que antes”, alertou.

Fonte: DCM

Os brasileiros não param de comprar no exterior e arrecadação sobe

Um fenômeno cada vez mais frequente. Em 2024, os brasileiros gastaram quase R$ 15 bilhões em 190 milhões de encomendas internacionais, volume que representa um recorde histórico — e mais do que o dobro dos R$ 6,42 bilhões registrados em 2023. 
(Imagem: g1)
Apesar do número de pacotes ter caído 11%, os gastos subiram — reflexo da disparada do dólar e do aumento no valor médio das compras. 
O dólar subiu 8% no ano, saindo de uma média de R$ 4,99 em 2023 para R$ 5,39em 2024. Mesmo em dólar, o avanço foi expressivo: de US$ 1,28 bilhão para US$ 2,75 bilhões
Receita turbinada com a “taxa das blusinhas”
O governo também saiu ganhando. Só em 2024, arrecadou R$ 2,88 bilhões em impostos e multas sobre encomendas — um salto de 45%na comparação com 2023. 
Apenas com a taxação das compras até US$ 50, foram R$ 670 milhões entre agosto — quando começou a valer — e dezembro. 
A cobrança ficou conhecida como “taxa das blusinhas” e faz parte do Programa Remessa Conforme, que tributa em 20% compras de até US$ 50 e em 60% aquelas entre US$ 50,01 e US$ 3.000
Mesmo com impostos, as compras lá fora continuam fortes, ajudando a fortalecer uma fonte relevante de arrecadação para o governo.

Fonte; The News

O ranking dos aluguéis nas capitais brasileiras

A cidade de São Paulo é a mais cara entre as capitais brasileiras para se viver de aluguel, de acordo com dados divulgados pelo FipeZAP em março de 2025, que traz o índice de preços de imóveis residenciais e comerciais no país. 
O aluguel médio na capital paulista é de R$ 57,59/m². Por exemplo, para alugar um imóvel de 50 metros quadrados na cidade paga-se, em média, R$ 2.879.

De acordo com os dados do FipeZAP, em 2024 os novos contratos de aluguel residenciais ficaram, em média, 13,50% mais caros. Veja a seguir o ranking das capitais mais caras.

20º lugar: Fortaleza – O aluguel médio na capital do Ceará é R$ 32,61/m². A população da cidade é de 2,4 milhões, segundo dados do IBGE de 2022.

19º lugar: Campo Grande – O aluguel médio na capital do Mato Grosso do Sul é R$ 32,66/m². A população da cidade é de 898.100 habitantes.

18º lugar: Natal – O aluguel médio na capital do Rio Grande do Norte é R$ 36,01/m². A população da cidade é de 751.300 habitantes. Crédito: ALLAN TRIGUEIRO – Flickr

17º lugar: Goiânia - O aluguel médio na capital de Goiás é R$ 39,53/m². A população da cidade é de 1,4 milhão de habitantes.
17º lugar: Goiânia – O aluguel médio na capital de Goiás é R$ 39,53/m². A população da cidade é de 1,4 milhão de habitantes. Crédito: Fronteira wikimedia commons
16º lugar: Cuiabá - O aluguel médio na capital do Mato Grosso é R$ 39,83/m². A população da cidade é de 650.877 habitantes.
16º lugar: Cuiabá – O aluguel médio na capital do Mato Grosso é R$ 39,83/m². A população da cidade é de 650.877 habitantes. Crédito: Acervo Iphan

15º lugar: Porto Alegre – O aluguel médio na capital do Rio Grande do Sul é R$ 40/m². A população da cidade é de 1,3 milhão de habitantes. Crédito: – Giulian Serafim / PMPA

14º lugar: João Pessoa - O aluguel médio na capital da Paraíba é R$ 41,45/m². A população da cidade é de 833.932 habitantes.
14º lugar: João Pessoa – O aluguel médio na capital da Paraíba é R$ 41,45/m². A população da cidade é de 833.932 habitantes. Crédito: Jailsoncoutinho wikimedia commons
13º lugar: Curitiba - O aluguel médio na capital do Paraná é R$ 41,59/m². A população da cidade é de 1,7 milhão de habitantes.
13º lugar: Curitiba – O aluguel médio na capital do Paraná é R$ 41,59/m². A população da cidade é de 1,7 milhão de habitantes. Crédito: Prefeitura de Curitiba

12º lugar: Belo Horizonte – O aluguel médio na capital de Minas Gerais é R$ 41,85/m². A população da cidade é de 2,3 milhões de habitantes. Crédito: Divulgação PBH

11º lugar: Vitória - O aluguel médio na capital do Espírito Santo é R$ 43,71/m². A população da cidade é de 322.869 habitantes.
11º lugar: Vitória – O aluguel médio na capital do Espírito Santo é R$ 43,71/m². A população da cidade é de 322.869 habitantes. Crédito: Tadeu Bianconi/Gov. Est. Esp. Santo
10º lugar: Salvador - O aluguel médio na capital da Bahia é R$ 44,22/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes.
10º lugar: Salvador – O aluguel médio na capital da Bahia é R$ 44,22/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes. Crédito: wikimedia commons Lalaisca
9º lugar: Brasília - O aluguel médio no Distrito Federal é R$ 46,8/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes.
9º lugar: Brasília – O aluguel médio no Distrito Federal é R$ 46,8/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes. Crédito: fanjianhua por freepik 
8º lugar: Manaus - O aluguel médio na capital do Amazonas é R$ 48,22/m². A população da cidade é de 2 milhões de habitantes.
8º lugar: Manaus – O aluguel médio na capital do Amazonas é R$ 48,22/m². A população da cidade é de 2 milhões de habitantes. Crédito: Flipar
7º lugar: Rio de Janeiro - O aluguel médio na capital fluminense é R$ 48,81/m². A população da cidade é de 6,2 milhões de habitantes.
7º lugar: Rio de Janeiro – O aluguel médio na capital fluminense é R$ 48,81/m². A população da cidade é de 6,2 milhões de habitantes. Crédito: Arne Müseler/Wikimédia Commons

6º lugar: Maceió – O aluguel médio na capital de Alagoas é R$ 51,51/m². A população da cidade é de 957.916 habitantes. Crédito: Legacy600 wikimedia commons 

5º lugar: Belém - O aluguel médio na capital do Pará é R$ 51,83/m². A população da cidade é de 1,3 milhão de habitantes.
5º lugar: Belém – O aluguel médio na capital do Pará é R$ 51,83/m². A população da cidade é de 1,3 milhão de habitantes. Crédito: Divulgação
4º lugar: São Luís - O aluguel médio na capital do Maranhão é R$ 52,09/m². A população da cidade é de 1,03 milhão de habitantes.
4º lugar: São Luís – O aluguel médio na capital do Maranhão é R$ 52,09/m². A população da cidade é de 1,03 milhão de habitantes. Crédito: Reprodução de video
3º lugar: Recife - O aluguel médio na capital de Pernambuco é R$ 54,95/m². A população da cidade é de 9,059 milhões de habitantes.
3º lugar: Recife – O aluguel médio na capital de Pernambuco é R$ 54,95/m². A população da cidade é de 9,059 milhões de habitantes. Crédito: Bruno Lima/MTUR
2º lugar: Florianópolis - O aluguel médio na capital de Santa Catarina é R$ 54,97/m². A população da cidade é de 537.211 habitantes.
2º lugar: Florianópolis – O aluguel médio na capital de Santa Catarina é R$ 54,97/m². A população da cidade é de 537.211 habitantes. Crédito: Francisco Anzola – Flickr
1º lugar: São Paulo - O aluguel médio na capital paulista é de R$ 57,59/m². A população da cidade é de 11,45 milhões de habitantes.
1º lugar: São Paulo – O aluguel médio na capital paulista é de R$ 57,59/m². A população da cidade é de 11,45 milhões de habitantes. Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fonte: O Povo



Queda na receita fiscal da China diminui nos primeiros cinco meses

A receita fiscal da China diminuiu 0,3% nos primeiros cinco meses de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados divulgados pelo ministério das finanças nesta sexta-feira.

A queda de 0,3% representa uma melhora em relação ao período de janeiro a abril, quando a receita fiscal havia caído 0,4% na comparação anual.

Enquanto isso, as despesas fiscais da China aumentaram 4,2% durante o período de janeiro a maio.

Essa taxa de crescimento foi menor que o aumento de 4,6% registrado nos primeiros quatro meses do ano.

Fonte: Br.investing

A inteligência agora vem nos óculos

Os cursos de idioma que se cuidem. 👀 A nova geração de óculos inteligentes com AI já traduz conversas em tempo real — e promete mudar a forma como o mundo se entende. 
Funciona assim: Os smart glasses captam, interpretam e traduzem a fala na hora graças a microfones, processadores de áudio e inteligência artificial.
A tradução aparece diretamente nas lentes, como uma legenda flutuando, ou chega por áudio, dependendo do modelo. 🎧
De viagens a reuniões de trabalho, a ideia é simples: quebrar barreiras linguísticas sem depender de apps ou tradutores. 
Na linha de frente, estão nomes de peso. Meta, Google e Samsung lideram a corrida — agora com reforço de marcas como Oakley e Prada, que colocam estilo no jogo. 
Meta, que já tem os Ray-Ban Metase junta à Oakley e à Prada para lançar novos modelos. Tem versão para atletas e outra focada no design. O Google, junto com a Warby Parker, trabalha num modelo com o Gemini, previsto para depois de 2025. 
Zoom out: Além disso, o mercado global de smart glasses está crescendo rapidamente: de cerca de US$ 1,9 bilhão em 2024, pode atingir US$ 8,3 bilhões até 2030.

Fonte: The News

Maioria das cidades tem piora nas contas públicas em 2024 e Salvador teve o terceiro maior déficit do país.

Um total de 2.826 prefeituras apresentaram piora no resultado primário em 2024 na comparação com o ano anterior. Representam 52% das cidades analisadas em levantamento do Poder360 com base em dados declarados ao Tesouro Nacional. A distribuição dos municípios que pioraram as contas públicas se deu desta forma:

824 aumentaram o deficit que já tinham;

670 tiveram queda no superavit primário;

1.332 estavam no azul em 2023, mas terminaram o ano seguinte com rombo;

As cidades que melhoraram são 2.592. Foram consideradas melhoras: aumentos de superavit (739 prefeituras), retrações no deficit (822) e reversões de rombo (1.031).

O resultado primário nominal é a diferença entre as receitas e as despesas de uma determinada administração. Não considera os juros da dívida.  O indicador sinaliza a capacidade de investimentos em uma cidade com menor necessidade de contração de dívidas. Se o número estiver negativo, significa que houve deficit (rombo). Se for positivo, superavit. Nem sempre o planejamento municipal visa ao superavit. Uma prefeitura pode estabelecer metas fiscais de deficit a cada ano, a depender dos planos para a execução orçamentária.  O rombo dos 2.978 municípios deficitários acumula R$ 57,1 bilhões.

Já as 2.440 prefeituras superavitárias têm um saldo positivo de R$ 23,2 bilhões.

São Paulo tem o rombo mais expressivo. A maior cidade do país apresentou deficit de R$ 10,7 bilhões. O maior superavit pertence a Saquarema (RJ): R$ 409,8 milhões. 

CONTAS PÚBLICAS NAS CAPITAIS

A maioria das capitais apresentou deficit primário nas contas públicas em 2024. Foram 19 que fecharam o ano no negativo.  São Paulo teve o maior rombo. Em nota, a prefeitura paulistana informou que as “razões para o não atingimento do valor previsto na LDO para o resultado primário estão ligadas a uma maior liquidação e pagamento de despesas no próprio ano de 2024”.

O maior saldo positivo foi o de Cuiabá (MT), de R$ 335,3 milhões.

Ao considerar a evolução do indicador, percebe-se que só 11 capitais tiveram melhora nos resultados em 2024 na comparação com 2023. Foram as seguintes cidades:

deficit diminuiu – Rio, Macapá, Belém, Porto Velho, Aracaju e Curitiba;

superavit aumentou – Florianópolis, Boa Vista, Fortaleza e Cuiabá;

reversão de deficit – Porto Alegre.

Os outros 15 municípios apresentaram piora:

deficit aumentou – São Paulo, Salvador, Recife, Teresina, Rio Branco e Manaus;

superavit diminuiu – Maceió e São Luís;

reversão de superavit – João Pessoa, Goiânia, Natal, Campo Grande, Palmas, Vitória e Belo Horizonte.

Fonte: Poder 360

Entenda como é a carga tributária no Brasil

Receita Federal lança painel com ranking de contrabandistas do país

Receita Federal acaba de lançar um painel interativo que apresenta o ranking dos maiores contrabandistas do país, com base nas representações fiscais para fins penais decorrentes das ações de repressão e fiscalização realizadas em 2023, 2024, 2025.

A iniciativa inédita visa ampliar a transparência das atividades de combate ao contrabando e ao descaminho, oferecendo ao cidadão uma visão clara e atualizada do enfrentamento a esses crimes.

O painel reúne dados detalhados por unidade da federação, tipo de infração, setor econômico e valor estimado dos prejuízos causados aos cofres públicos .

Para acessar o painel clique aqui

Fonte: Gov. Br

Brasil tem 433 mil milionários e lidera em desigualdade

O Brasil tinha 433 mil pessoas com patrimônio superior a US$ 1 milhão em 2024 e liderou o ranking de milionários em dólar na América Latina. Além disso, o país está no topo da lista de desigualdade dentre as principais economias. Os dados são de um relatório do UBS (Banco da União da Suíça, na sigla em português). A empresa considerou 56 países para fazer o levantamento. A íntegra pode ser acessada neste site, em inglês.

Ao considerar o número total de milionários, os Estados Unidos comandam o ranking. São 23,8 milhões de pessoas com esse patrimônio em 2024, representando 40% do total no mundo. Ao considerar todos os países analisados, o Brasil está na 19ª posição. Leia o detalhamento abaixo:

20 países com mais milionários em dólar

dados do Banco da União da Suíça (em milhões de pessoas)

paísmilionários
Estados Unidos23,83
China (continental)6,33
França2,90
Japão2,73
Alemanha2,68
Reino Unido2,62
Canadá2,10
Austrália1,90
Itália1,34
Coreia do Sul1,30
Holanda1,27
Espanha1,20
Suíça1,12
Índia0,92
Taiwan0,76
Hong Kong*0,65
Bélgica0,55
Suécia0,49
Brasil0,43
Rússia0,43

*região administrativa especial da China
fonte: UBS (Banco da União da Suíça, na sigla em português)

O índice de desigualdade considera o índice de Gini. O coeficiente varia de 0 a 1. Quanto mais próximo do número máximo, maiores são as disparidades das riquezas. O Brasil marca uma pontuação de 0,82. Está empatado com a Rússia, como mostra a tabela abaixo:

20 países maior desigualdade de renda e patrimônio

dados do Banco da União da Suíça; índice varia de 0 a 1, com a pontuação maior marcando mais desguladade

paíspontuação
Brasil0,82
Rússia0,82
África do Sul0,81
Emirados Árabes Unidos0,81
Arábia Saudita0,78
Suécia0,75
Estados Unidos0,74
Índia0,74
Turquia0,73
México0,72
Singapura0,70
Alemanha0,68
Suíça0,67
Israel0,66
Holanda0,65
Hong Kong*0,63
China Continental0,62
Portugal0,61
Grécia0,60
Taiwan0,60

*região administrativa especial da China
fonte: UBS (Banco da União da Suíça, na sigla em português)

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, citou os dados do relatório nesta 5ª feira (19.jun.2025) ao defender a reforma de renda no Brasil. “No momento em que o debate nacional é sobre cobrar impostos dos muito ricos que pagam pouco e de aplicações e empresas que têm privilégios, é chocante o relatório do banco UBS sobre distribuição de renda em 56 países”, escreveu em seu perfil no X.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer isentar do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5.000 por mês. Para isso, cobrará um imposto adicional de algumas riquezas para quem recebe a partir de R$ 600 mil ao ano. Esse é um dos projetos prioritários da equipe econômica em 2025. Ainda precisam de aprovação do Congresso Nacional para começar a valer.

Fonte: Poder 360

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