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Maceió e Salvador são as piores capitais do Nordeste em qualidade de vida e ficam entre as quatro piores do Brasil

28 de junho de 2026

Maceió e Salvador voltaram a aparecer mal em um ranking nacional de qualidade de vida. O Índice de Progresso Social, o IPS Brasil 2026, colocou as duas cidades nas últimas quatro colocações entre as 27 capitais brasileiras, a frente apenas de Macapá e Porto Velho. O levantamento ganhou repercussao nacional.

A capital soteropolitana obteve 62,18 pontos no IPS Brasil 2026. O número coloca Salvador no rodapé do ranking das capitais e desmonta, com dados, a equivocada propaganda de boa gestão pública. A comparação é dura: Curitiba lidera o levantamento entre as capitais, seguida por Brasília e São Paulo. No outro extremo estão Salvador, Maceió, Macapá e Porto Velho.

O resultado não é apenas uma posição em uma lista. É um retrato da vida real. O IPS não mede apenas riqueza, volume de obras ou força de publicidade institucional. O índice avalia resultados sociais e ambientais: saúde, saneamento, moradia, segurança, educação, meio ambiente, inclusão social e oportunidades. Em outras palavras, mede se a cidade consegue transformar estrutura publica, arrecadação e gestão em qualidade de vida para a população.

E é exatamente aí que Maceió e Salvador falham.

As capitais que aparecem nas peças oficiais como destinos turísticos, cidades modernas e vitrines do Nordeste são as mesmas que convivem com lixo acumulado nas ruas, falhas recorrentes na coleta, bairros periféricos abandonados, desigualdade profunda, problemas de mobilidade,insegurança e serviços públicos que nem sempre chegam com a mesma eficiência às áreas mais pobres.

Fonte: IPS 2026 e Tribuna do Sertão

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