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Setor de serviços recua 0,6% em outubro, após bater recorde em setembro

14 de dezembro de 2022

O setor de serviços caiu 0,6% em outubro, após bater recorde no mês anterior. O resultado de outubro interrompe uma sequência de cinco meses de crescimento e foi puxado para baixo, principalmente, pelo desempenho do segmento de transportes. A elevada base de comparação, já que o setor havia alcançado a máxima histórica em setembro, também explica a queda.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (13) pelo IBGE.No ano, serviços, que respondem por 70% do PIB e foram o principal motor do crescimento da economia brasileira nos últimos meses, continua no terreno positivo, com 8,7% de alta no ano e expansão de 9% em 12 meses.

No segmento de transportes, o recuo se deu todos os modais. No aéreo, a queda foi bem acentuada, de 10%, devido ao salto no preço das passagens (+ 27,38%).

“Observamos uma disseminação de taxas negativas no setor de transportes, seja em uma análise por modais, com queda de terrestres, aquaviários e aéreos, e a parte de armazenamento, serviços auxiliares ao transporte e correio, assim como em uma análise entre os tipos de uso, com quedas tanto no transporte de passageiros quanto no transporte de cargas”, disse Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa.

A categoria de transportes não foi a única a ter um desempenho abaixo do mês anterior. O resultado negativo foi disseminado, com recuo de três das cinco atividades investigadas.

Serviços prestados às famílias, que vinham crescendo muito desde o ano passado, com a reabertura da economia, teve retração de 1,5% na comparação com setembro. Restaurantes e hotéis estão nessa categoria.

Tecnologia da informação avança
De acordo com o IBGE, esses serviços ainda estão 6% abaixo do período pré-pandemia.

O segmento de serviços profissionais, administrativos e complementares – que abrangem atividades jurídicas, gestão em consultoria empresarial e engenharia, por exemplo, apresentaram queda de 0,8%.

O que neutralizou parte da perda foram os segmentos de informação e comunicação (0,7%) e outros serviços (2,6%). O primeiro tem demonstrado “dinamismo”, desde o início da pandemia, segundo o IBGE, principalmente pela demanda empresas de Tecnolgia da Informação TI.

Fonte: Folha de Pernambuco

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