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Dólar enfrenta seu pior 1° semestre em 5 décadas

Queda acentuada.

O dólar americano encerrou o primeiro semestre de 2025 com queda de 10,7%, seu pior desempenho para o período desde 1973.

O índice DXY, que mede o dólar frente a 6 moedas como euro e iene, despencou de um pico de 110 para a casa dos 97 pontos. Nem mesmo a recuperação das bolsas — com o S&P 500 subindo 5,73% — foi suficiente para conter a sangria.

O que puxou a queda?
tarifaço promovido por Trump contra parceiros comerciais, que reacendeu o risco de guerra comercial;
As críticas de Trump ao Fed e ao seu presidente Jerome Powell
O risco fiscal do megaprojeto de isenção tributária do Trump, que pode adicionar US$ 3,2 trilhões à dívida americana em 10 anos.
Em especial, a expectativa de corte de juros pelo Fed, que enfraquece ainda mais a atratividade do dólar globalmente.

Na prática, o dólar mais fraco encarece viagens para americanos e afasta investidores estrangeiros, um combo que pressiona o governo justo quando ele precisa captar mais recursos.

A moeda americana ainda domina as reservas cambiais e contratos internacionais, mas os investidores estão revisando sua confiança na moeda mais usada do mundo diante das políticas econômicas de Trump.

Fonte: The News

Ajuda a setor de eventos consumiu R$ 15,7 bi até março deste ano

Criado em 2021 para ajudar empresas afetadas pela pandemia de covid-19, o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) consumiu R$ 15,7 bilhões até março deste ano, divulgou nessa quarta-feira (25) a Receita Federal. Como o programa superou o limite de R$ 15 bilhões fixado em 2024, o benefício está legalmente extinto desde abril.

Os números constam da Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária (Dirbi), documento eletrônico que informa os benefícios fiscais recebidos por empresas. O levantamento contemplou as declarações entregues até 2 de junho deste ano.

Como a Dirbi é enviada a cada dois meses, até o 20º dia do segundo mês seguinte ao período de apuração, os números referentes a março e abril só aparecem nas declarações entregues até o fim de junho. Criada no ano passado, a Dirbi lista os benefícios fiscais recebidos por médias e grandes empresas. As empresas inscritas no Simples Nacional e os microempreendedores individuais (MEI) estão fora da declaração.

Como até 2023, o Perse vinha consumindo cerca de R$ 15 bilhões por ano, três vezes mais que o gasto previsto de R$ 5 bilhões, o governo conseguiu aprovar uma medida que limitava o incentivo fiscal a R$ 15 bilhões. O programa seria extinto assim que o teto de renúncias fiscais fosse alcançado.

Criado para socorrer o setor de eventos durante a pandemia de covid-19 e estendido por quatro anos, o Perse zerava a alíquota dos seguintes tributos:

•     Imposto de Renda;

•     Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL);

•     Programa de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor (Pasep); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

O programa tinha como objetivo compensar o período em que as atividades do setor de eventos permaneceram paradas por restrições impostas para evitar aglomerações.

Cenário conservador

Ao considerar apenas as pessoas jurídicas habilitadas a receber ajuda do Perse, o valor total da renúncia tributária do programa ficou em R$ 15,685 bilhões de abril de 2024 a março de 2025. O valor corresponde a 105% do limite de R$ 15 bilhões estabelecido pela de 2024.

A Receita, no entanto, ressaltou que existe impacto futuro, ainda não estimado, de empresas com decisões judiciais para continuarem a usufruir da renúncia tributária pelos meses seguintes.

“O cenário apresentado de R$ 15,7 bilhões é o mais conservador possível, podendo ultrapassar facilmente os R$ 17,55 bilhões e se prolongar no tempo. E mesmo nesse cenário mais conservador, os R$ 15 bilhões autorizados por lei já foram de fato superados em março de 2025”, informou o relatório da Receita.

Fonte: Agência Brasil

Reforma Tributária: Split Payment não vai gerar cobrança em 2026

A Receita Federal confirmou que o split payment — mecanismo que permite o recolhimento automático de tributos no momento da transação eletrônica — será implementado a partir de 2027, de forma facultativa e gradual, como parte da transição da reforma tributária. A informação foi dada por representantes do órgão durante o evento “A Reforma Tributária antes da transição — O que falta definir até 2026?”, promovido pela Casa JOTA, em Brasília.

Segundo o gerente de projetos da Receita, Marcos Hübner Flores, o split payment não gerará cobrança efetiva em 2026, quando começam os testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). “O mecanismo será facultativo nas operações entre empresas (B2B). Quem optar pelo modelo, poderá garantir créditos por meio de prestadores de serviços financeiros habilitados. A obrigatoriedade será aplicada apenas à medida que os setores estiverem preparados”, explicou.

Flores e Fernando Mombelli, também gerente de projetos da Receita Federal, reforçaram que 2026 será um ano de testes operacionais, com alíquotas simbólicas (0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS). A proposta é que empresas possam validar seus sistemas e processos com base nas novas obrigações tributárias.

O projeto-piloto da CBS será iniciado em julho de 2025, com expansão gradual prevista para setembro, abrangendo mais documentos fiscais e operações. Até o momento, 47 das 66 empresas convidadas confirmaram participação, número que pode crescer nos próximos meses. “Não estamos homologando um sistema pronto, mas desenvolvendo cooperativamente com as empresas”, afirmou Flores.

Com a proximidade da transição, contadores, gestores e empresários devem redobrar a atenção às etapas de testes e à regulamentação da reforma tributária. A adoção do split payment, ainda que facultativa inicialmente, exigirá investimentos em tecnologia e adaptação dos sistemas fiscais. A participação ativa das empresas no projeto-piloto é uma oportunidade para identificar gargalos e se antecipar aos impactos operacionais do novo modelo.

Representantes dos estados também participaram do debate e demonstraram preocupação com os prazos da regulamentação. Luiz Claudio Lourenço Gomes, secretário da Fazenda de Minas Gerais e membro do Comitê Gestor do IBS, destacou os desafios da implementação e alertou para a demora na votação do PLP 108/2024, que regulamenta a reforma. “Temos pouco tempo, muito a construir e regramentos complexos para definir”, disse.

Fonte: Convergência Digital

Taxação BBB: bilionários, bancos e bets agora vão pagar a conta

O Brasil está escrevendo uma importante página em sua história tributária. A nova campanha do PT, lançada nas redes sociais com o mote “Taxação BBB: bilionários, bancos e bets”, coloca no centro do debate um tema que durante décadas foi tratado com descaso: quem deve pagar mais imposto neste país? Com linguagem clara e direta, o vídeo da campanha resume a proposta de forma contundente:

“O governo Lula deu início a uma virada histórica na cobrança de impostos no Brasil: quem ganha até cinco mil reais não vai pagar nada de imposto de renda. Além disso, quem ganha entre cinco mil e sete mil terá redução no desconto tributário.

E para manter as contas equilibradas, o governo vai passar a taxar quem sempre pagou pouco ou quase nada. Os super ricos, bilionários, bancos e plataformas de apostas pagam nada ou quase nada de imposto de renda.
Vão passar a pagar mais. 

Porque imposto é necessário, mas justiça também é.

Taxação BBB: bilionários, bancos e bets.
Novo IR é justiça histórica. Justiça de verdade.”

Divulgando medidas justas

A campanha chama a atenção para o novo modelo de Imposto de Renda proposto pelo governo Lula, que pode isentar mais de 20 milhões de brasileiros. A medida reduz o peso no orçamento das famílias, injeta mais de R$ 10 bilhões na economia e fortalece o consumo, o comércio e a geração de empregos.

Sob liderança de Fernando Haddad, a reestruturação fiscal promove justiça social com equilíbrio nas contas públicas. Com ajustes moderados e progressivos, o governo garante recursos para ampliar programas sociais e manter investimentos, sem penalizar os que mais precisam.

Todos mobilizados por mais justiça

A campanha Taxação BBB é um chamado à mobilização. Não se trata apenas de uma política tributária: é uma batalha por justiça. As novas medidas corrigem distorções históricas, tiram o peso dos ombros de quem vive do trabalho e colocam nos de quem lucra bilhões e colabora muito pouco. 

É a hora de dizer sim a um Brasil onde todos contribuem de forma justa. Divulgar essa ideia e essa campanha é reforçar a luta por um país mais digno, inclusivo e com oportunidades para todos.

Fonte: PT São Paulo

Saneamento: confira ranking das capitais com melhores indicadores

Um levantamento chamado Ranking de Competitividade dos Municípios 2024 do Centro de Liderança Pública (CLP Brasil) serviu de base para elaborar um ranking das capitais com melhores indicadores de saneamento básico do país. A capital do Paraná, Curitiba, tem o melhor saneamento do país entre as capitais. Porém, no ranking geral, considerando 404 municípios, a cidade  ocupa a 17ª posição. O CLP utilizou dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do governo federal. A capital federal, Brasília, não foi incluída na análise.

Já entre as regiões, Palmas (TO) ficou em primeiro lugar entre as capitais da Região Norte do país – a única cidade da região norte entre os 10 melhores saneamentos do Brasil, em 7° lugar. Enquanto Porto Velho (RO) ficou em último lugar em comparação com as outras capitais brasileiras e ocupa a 390ª posição no ranking geral.

O ranking produzido pelo CLP considerou diversos indicadores, como:

  • Cobertura do abastecimento de água;
  • Perdas na distribuição de água;
  • Perdas no faturamento de água;
  • Cobertura da coleta de esgoto;
  • Cobertura do tratamento de esgoto;
  • Cobertura da coleta de resíduos domésticos; e
  • Destinação do lixo.

Segundo a entidade, como as informações do SNIS são autodeclaradas pelos prestadores de serviços, há problemas com a qualidade dos dados reportados e disponibilizados. Os dados para o levantamento são baseados, também, no Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), que estabelece metas para universalizar o acesso a serviços básicos em todo o país.

Confira o ranking do saneamento nas 26 capitais brasileiras

  • 1° Curitiba (PR)
  • 2° São Paulo (SP)
  • 3° Belo Horizonte (MG)
  • 4° João Pessoa (PB)
  • 5° Vitória (ES)
  • 6° Campo Grande (MS)
  • 7° Palmas (TO)
  • 8° Porto Alegre (RS)
  • 9° Salvador (BA)
  • 10° Rio de Janeiro (RJ)
  • 11° Boa Vista (RR)
  • 12° Aracaju (SE)
  • 13° Goiânia (GO)
  • 14° Florianópolis (SC)
  • 15° Recife (PE)
  • 16° Fortaleza (CE)
  • 17° Cuiabá (MT)
  • 18° Natal (RN)
  • 19° São Luís (MA)
  • 20° Teresina (PI)
  • 21° Maceió (AL)
  • 22º Manaus (AM)
  • 23º Belém (PA)
  • 24° Rio Branco
  • 25º Macapá (AP)
  • 26° Porto Velho (RO)

5 melhores e 5 piores colocações entre os municípios

Segundo o levantamento do CLP, todos os 5 municípios com melhor desempenho no pilar pertencem às regiões Sudeste e Sul do país – sendo Pará de Minas (MG), Presidente Prudente (SP) e Niterói (RJ), Balneário Camboriú (SC) e Umuarama (PR),respectivamente.

Entre as cinco melhores cidades, apenas Balneário Camboriú (SC) e Presidente Prudente (SP) faziam parte deste grupo na última edição do ranking, enquanto Pará de Minas (MG), Niterói (RJ)) e Umuarama (PR) apresentaram expressivo avanço de posicionamento, segundo o CLP.

Os cinco municípios obtiveram nota máxima no indicador de cobertura da coleta de resíduos domésticos e no indicador de destinação do lixo, ocupando também a primeira posição em cada indicador individualmente.

Já os cinco últimos colocados no pilar do saneamento pertencem aos estados do Pará, sendo: Moju (PA), Bragança (PA), Itaituba (PA) e Breves(PA) ou ao estado do Maranhão, Chapadinha (MA).

Conforme informações do CLP, a posição ocupada por esses municípios está atrelada, em grande parte, à ausência de dados, o que implicou em notas iguais a zero nos indicadores sem informação. O ranking aponta que para este grupo de municípios a situação ocorreu principalmente nos indicadores relacionados a esgoto (coleta e tratamento).

Além disso, o levantamento aponta que os indicadores em que o grupo de municípios apresenta informações disponíveis são os relacionados à água (cobertura do abastecimento e os indicadores de perda de água) e a resíduos (coleta de resíduos domésticos e destinação de lixo). Mesmo assim, diz a pesquisa, tais municípios apresentaram, com poucas exceções, um desempenho insatisfatório.

Fonte: Brasil 61

Receita Federal divulga novo relatório de acompanhamento do Perse

A Receita Federal apresentou às entidades representativas do Setor o  novo Relatório Bimestral de Acompanhamento do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos.

A reunião, ocorrida na tarde de terça-feira (24/6), teve como objetivo demonstrar os dados extraídos da Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária (Dirbi) , referentes aos contribuintes habilitados no Perse, abrangendo o período de abril de 2024 a março de 2025, contemplando as declarações entregues até o dia 2 de junho de 2025.

As informações do Relatório apontam que o total de renúncia tributária ultrapassou R$ 15 bilhões — limite estabelecido pela Lei nº 14.148/2021 — o que confirma a extinção do benefício fiscal a partir de abril de 2025.

O Encontro atendeu ao compromisso da transparência dos dados a fim de que os representantes do Setor possam analisar e apresentar suas observações.

Acesse o Relatório aqui. 

Acesse as planilhas aqui.

Fonte: Receita Federal

Governo tem superávit de quase R$ 20 bi em 12 meses

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que o governo central fechou os 12 meses encerrados em maio com superávit acumulado de quase R$ 20 bilhões. No acumulado de 2025, o resultado fiscal está cerca de R$ 60 bilhões acima do verificado no mesmo período do ano passado. “Nesse horizonte, a política fiscal é extremamente contracionista”, disse ao Valor Econômico, citando que as despesas estão 3% menores em termos reais.

Mesmo com esse resultado positivo, Ceron demonstrou cautela sobre o restante do ano. Ele destacou que a decisão de um eventual descontingenciamento das despesas bloqueadas em maio só poderá ser tomada após a tramitação de medidas de ajuste em análise no Congresso. “Eu ainda vejo dificuldades para o restante do ano”, afirmou.

Entre as medidas em discussão estão a Medida Provisória 1.303, que propõe aumento de tributação em alguns setores, a regulamentação dos supersalários, a reforma da previdência dos militares e a possibilidade de reversão do decreto que elevou o IOF. Segundo Ceron, essas propostas, mesmo que ajustadas, são essenciais para cumprir a meta fiscal de 2025 e estruturar o orçamento de 2026.

O secretário avaliou que, apesar das derrotas impostas ao Executivo na semana passada, há ambiente no Congresso para um “debate saudável”. Ele mencionou apoio de lideranças, incluindo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), à agenda de consolidação fiscal. “Ninguém disse que não quer cumprir as metas de 2025 e 2026”, pontuou Ceron.

Sobre o futuro do arcabouço fiscal a partir de 2027, Ceron disse não ver necessidade de grandes reformas, apostando na continuidade do ajuste gradual. “O país não precisa de cavalo de pau”, afirmou. No entanto, ele reconheceu que será preciso rever algumas dinâmicas de gastos, como o crescimento dos Benefícios de Prestação Continuada (BPC), que pode superar o Bolsa Família.

Ceron também comentou a proposta de fim das isenções de Imposto de Renda para títulos voltados ao agronegócio, infraestrutura e construção civil. Segundo ele, o avanço dessas emissões tem elevado o custo de rolagem da dívida pública. “Não é só o Tesouro que sofre. O equilíbrio piora para todos, e todos estão captando a custos maiores do que antes”, alertou.

Fonte: DCM

Os brasileiros não param de comprar no exterior e arrecadação sobe

Um fenômeno cada vez mais frequente. Em 2024, os brasileiros gastaram quase R$ 15 bilhões em 190 milhões de encomendas internacionais, volume que representa um recorde histórico — e mais do que o dobro dos R$ 6,42 bilhões registrados em 2023. 
(Imagem: g1)
Apesar do número de pacotes ter caído 11%, os gastos subiram — reflexo da disparada do dólar e do aumento no valor médio das compras. 
O dólar subiu 8% no ano, saindo de uma média de R$ 4,99 em 2023 para R$ 5,39em 2024. Mesmo em dólar, o avanço foi expressivo: de US$ 1,28 bilhão para US$ 2,75 bilhões
Receita turbinada com a “taxa das blusinhas”
O governo também saiu ganhando. Só em 2024, arrecadou R$ 2,88 bilhões em impostos e multas sobre encomendas — um salto de 45%na comparação com 2023. 
Apenas com a taxação das compras até US$ 50, foram R$ 670 milhões entre agosto — quando começou a valer — e dezembro. 
A cobrança ficou conhecida como “taxa das blusinhas” e faz parte do Programa Remessa Conforme, que tributa em 20% compras de até US$ 50 e em 60% aquelas entre US$ 50,01 e US$ 3.000
Mesmo com impostos, as compras lá fora continuam fortes, ajudando a fortalecer uma fonte relevante de arrecadação para o governo.

Fonte; The News

O ranking dos aluguéis nas capitais brasileiras

A cidade de São Paulo é a mais cara entre as capitais brasileiras para se viver de aluguel, de acordo com dados divulgados pelo FipeZAP em março de 2025, que traz o índice de preços de imóveis residenciais e comerciais no país. 
O aluguel médio na capital paulista é de R$ 57,59/m². Por exemplo, para alugar um imóvel de 50 metros quadrados na cidade paga-se, em média, R$ 2.879.

De acordo com os dados do FipeZAP, em 2024 os novos contratos de aluguel residenciais ficaram, em média, 13,50% mais caros. Veja a seguir o ranking das capitais mais caras.

20º lugar: Fortaleza – O aluguel médio na capital do Ceará é R$ 32,61/m². A população da cidade é de 2,4 milhões, segundo dados do IBGE de 2022.

19º lugar: Campo Grande – O aluguel médio na capital do Mato Grosso do Sul é R$ 32,66/m². A população da cidade é de 898.100 habitantes.

18º lugar: Natal – O aluguel médio na capital do Rio Grande do Norte é R$ 36,01/m². A população da cidade é de 751.300 habitantes. Crédito: ALLAN TRIGUEIRO – Flickr

17º lugar: Goiânia - O aluguel médio na capital de Goiás é R$ 39,53/m². A população da cidade é de 1,4 milhão de habitantes.
17º lugar: Goiânia – O aluguel médio na capital de Goiás é R$ 39,53/m². A população da cidade é de 1,4 milhão de habitantes. Crédito: Fronteira wikimedia commons
16º lugar: Cuiabá - O aluguel médio na capital do Mato Grosso é R$ 39,83/m². A população da cidade é de 650.877 habitantes.
16º lugar: Cuiabá – O aluguel médio na capital do Mato Grosso é R$ 39,83/m². A população da cidade é de 650.877 habitantes. Crédito: Acervo Iphan

15º lugar: Porto Alegre – O aluguel médio na capital do Rio Grande do Sul é R$ 40/m². A população da cidade é de 1,3 milhão de habitantes. Crédito: – Giulian Serafim / PMPA

14º lugar: João Pessoa - O aluguel médio na capital da Paraíba é R$ 41,45/m². A população da cidade é de 833.932 habitantes.
14º lugar: João Pessoa – O aluguel médio na capital da Paraíba é R$ 41,45/m². A população da cidade é de 833.932 habitantes. Crédito: Jailsoncoutinho wikimedia commons
13º lugar: Curitiba - O aluguel médio na capital do Paraná é R$ 41,59/m². A população da cidade é de 1,7 milhão de habitantes.
13º lugar: Curitiba – O aluguel médio na capital do Paraná é R$ 41,59/m². A população da cidade é de 1,7 milhão de habitantes. Crédito: Prefeitura de Curitiba

12º lugar: Belo Horizonte – O aluguel médio na capital de Minas Gerais é R$ 41,85/m². A população da cidade é de 2,3 milhões de habitantes. Crédito: Divulgação PBH

11º lugar: Vitória - O aluguel médio na capital do Espírito Santo é R$ 43,71/m². A população da cidade é de 322.869 habitantes.
11º lugar: Vitória – O aluguel médio na capital do Espírito Santo é R$ 43,71/m². A população da cidade é de 322.869 habitantes. Crédito: Tadeu Bianconi/Gov. Est. Esp. Santo
10º lugar: Salvador - O aluguel médio na capital da Bahia é R$ 44,22/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes.
10º lugar: Salvador – O aluguel médio na capital da Bahia é R$ 44,22/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes. Crédito: wikimedia commons Lalaisca
9º lugar: Brasília - O aluguel médio no Distrito Federal é R$ 46,8/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes.
9º lugar: Brasília – O aluguel médio no Distrito Federal é R$ 46,8/m². A população da cidade é de 2,4 milhões de habitantes. Crédito: fanjianhua por freepik 
8º lugar: Manaus - O aluguel médio na capital do Amazonas é R$ 48,22/m². A população da cidade é de 2 milhões de habitantes.
8º lugar: Manaus – O aluguel médio na capital do Amazonas é R$ 48,22/m². A população da cidade é de 2 milhões de habitantes. Crédito: Flipar
7º lugar: Rio de Janeiro - O aluguel médio na capital fluminense é R$ 48,81/m². A população da cidade é de 6,2 milhões de habitantes.
7º lugar: Rio de Janeiro – O aluguel médio na capital fluminense é R$ 48,81/m². A população da cidade é de 6,2 milhões de habitantes. Crédito: Arne Müseler/Wikimédia Commons

6º lugar: Maceió – O aluguel médio na capital de Alagoas é R$ 51,51/m². A população da cidade é de 957.916 habitantes. Crédito: Legacy600 wikimedia commons 

5º lugar: Belém - O aluguel médio na capital do Pará é R$ 51,83/m². A população da cidade é de 1,3 milhão de habitantes.
5º lugar: Belém – O aluguel médio na capital do Pará é R$ 51,83/m². A população da cidade é de 1,3 milhão de habitantes. Crédito: Divulgação
4º lugar: São Luís - O aluguel médio na capital do Maranhão é R$ 52,09/m². A população da cidade é de 1,03 milhão de habitantes.
4º lugar: São Luís – O aluguel médio na capital do Maranhão é R$ 52,09/m². A população da cidade é de 1,03 milhão de habitantes. Crédito: Reprodução de video
3º lugar: Recife - O aluguel médio na capital de Pernambuco é R$ 54,95/m². A população da cidade é de 9,059 milhões de habitantes.
3º lugar: Recife – O aluguel médio na capital de Pernambuco é R$ 54,95/m². A população da cidade é de 9,059 milhões de habitantes. Crédito: Bruno Lima/MTUR
2º lugar: Florianópolis - O aluguel médio na capital de Santa Catarina é R$ 54,97/m². A população da cidade é de 537.211 habitantes.
2º lugar: Florianópolis – O aluguel médio na capital de Santa Catarina é R$ 54,97/m². A população da cidade é de 537.211 habitantes. Crédito: Francisco Anzola – Flickr
1º lugar: São Paulo - O aluguel médio na capital paulista é de R$ 57,59/m². A população da cidade é de 11,45 milhões de habitantes.
1º lugar: São Paulo – O aluguel médio na capital paulista é de R$ 57,59/m². A população da cidade é de 11,45 milhões de habitantes. Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fonte: O Povo



Queda na receita fiscal da China diminui nos primeiros cinco meses

A receita fiscal da China diminuiu 0,3% nos primeiros cinco meses de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados divulgados pelo ministério das finanças nesta sexta-feira.

A queda de 0,3% representa uma melhora em relação ao período de janeiro a abril, quando a receita fiscal havia caído 0,4% na comparação anual.

Enquanto isso, as despesas fiscais da China aumentaram 4,2% durante o período de janeiro a maio.

Essa taxa de crescimento foi menor que o aumento de 4,6% registrado nos primeiros quatro meses do ano.

Fonte: Br.investing

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