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Dólar em queda é o desejo de Trump?

27 de fevereiro de 2026
O dólar tem deixado de ser um “porto seguro” para o mercado e começou a perder força no mundo. Nos últimos 12 meses, a moeda americana caiu 6% frente ao real e 8,3% na média em relação a outras moedas do mundo. 
Para se ter ideia, a moeda fechou na quarta-feira em R$ 5,12, o menor nível desde abril de 2024 e bem diferente dos R$ 5,80 da mesma época do ano passado.
O movimento acontece devido a três fatores: (i) fim do ciclo de alta de juros nos EUA, (ii) pressão política sobre o Banco Central dos EUA e (iii) um déficit fiscal americano que disparou para US$ 145 bilhões
Mas não pense que Trump está triste com isso…
Parte do mercado já entendeu que a Casa Branca não vê a desvalorização como problema — muito pelo contrário. Um dólar mais fraco encaixa perfeitamente nos pilares do “America First”. 
Relação comercial: Com o dólar baixo, os produtos americanos ficam mais baratos para o mercado, ajudando a impulsionar as exportações; Reindustrialização: Com a moeda desvalorizada, os produtos externos ficam mais caros, o que incentiva a abertura de fábricas e a criação de empregos nos EUA; Pressão no Fed: A queda da moeda sinaliza espaço para juros mais baixos, o que barateia o crédito para a população e tende a fazer a Bolsa subir 
A simpatia do presidente americano por uma moeda mais fraca já vem de décadas atrás. Em 1987, Trump publicou um artigo nos principais jornais dos EUA lamentando a força do dólar contra a fraqueza do iene.

Fonte: The News

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