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“Imposto do pecado”: político americano pretende criar esta cobrança

16 de janeiro de 2026

Um candidato ao governo da Flórida propôs criar um “imposto do pecado” para tributar rendimentos do setor adulto. A ideia gerou forte reação, inclusive de Sophie Rain, destaque do OnlyFans, que classificou a medida como absurda e punitiva.

O que aconteceu

O plano de um político republicano nos Estados Unidos reacendeu o debate sobre moralidade e tributação. Com o rótulo de “Imposto do pecado”, um candidato ao governo da Flórida pretende criar uma cobrança específica sobre a indústria de conteúdo adulto, o que provocou críticas imediatas de profissionais do setor.

James Fishback, conservador e novato na política, anunciou a intenção de “taxar” em 50% os ganhos de produtores de conteúdo adulto, sobretudo em plataformas voltadas ao público maior de 18 anos. A proposta também alcançaria os consumidores desses serviços. Segundo ele, o objetivo seria “desincentivar e dissuadir” a pornografia.

A ideia motivou a reação de Sophie Rain, considerada a produtora mais bem-sucedida do OnlyFans. Entre 2023 e 2025, ela afirma ter faturado US$ 95 milhões na plataforma, cerca de R$ 510 milhões. Para Sophie, a proposta é “a coisa mais estúpida” que já ouviu, além de representar uma punição excessiva a uma decisão pessoal e legal.

Fishback, de 31 anos, CEO de uma empresa de investimentos na Flórida, afirmou não querer que mulheres jovens “vendam seus corpos” on-line nem que homens influenciáveis sejam levados à luxúria, alegando impactos morais e religiosos. As declarações intensificaram a controvérsia em torno do chamado imposto do pecado, que segue como promessa de campanha e alvo de críticas.

Fonte: Revista Piauí

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