O Prefeito dá seu grito patético tentando chantagear os baianos. A cidade pode parar !!.
Ora, a auditora fiscal da prefeitura, Karla Borges fez uma advertência muito mais grave e não como chantagem mas como aviso de amigo; A CIDADE PODE MORRER se prevalecer essa reforma tributária inconstitucional absurda, pois a economia de Salvador é fraca e não suporta um arrocho salarial de tal monta, pois não foi só sobre o IPTU, mas sobre o ISS e similares. E o pior o arrocho pode piorar à vontade do prefeito, pois não precisa mais da aprovação da Câmara. Trata-se de um arrocho infinito que o prefeito dosa de acordo com seu humor e seu projeto eleitoreiro. Uma ameaça à democracia; viramos uma monarquia absoluta.
O Sr. ACM Neto procede como o cara que matou a galinha de ovos de ouro pela sua ambição de se promover para vôos futuros.
Ele disse na campanha que iria proceder assim? Ele disse que o recadastramento era apenas uma distração do cidadão enquanto faziam em silêncio quase secretamente, uma reforma tributária draconiana e inconstitucional (o recadastramento era apenas para desviar o alvo do cidadão, não teve nem uma necessidade para fazer a reforma).
E a Câmara? Que vergonha. Só Waldir Pires e Hilton (PSOL) votaram contra. O tributarista Edvaldo Brito se declarou enganado e ficou numa posição constrangedora.
De quem foi essa ordem poderosa que intimidou a Câmara de Vereadores Baiana? Identificando a causa poderemos propor a solução. Foram dois níveis de poder. Deixarei de lado o poder intermediário e irei direto para o superior: O Banco Central. O secretário da Fazenda não está aqui por coincidência; é o mesmo do arrocho de S. Paulo. É o ajuste fiscal para sobrar dinheiro para os juros da dívida, a fera insaciável que levou ao desgaste o Governo Dilma vendendo o campo de Libra.
Então a solução é óbvia. Faz-se uma moratória parcial da dívida enquanto se faz a auditoria exigida pela Constituição que até agora não foi feita. E com esse dinheiro socorrem-se não só os municípios e estados, mas também a saúde e a educação.
Que a justiça baiana não se deixe intimidar por essa chantagem eleitoreira do prefeito.
Há um século foi feita essa mesma chantagem: A BAHIA VAI PARAR SE A IGREJA DA SÉ NÃO FOR DEMOLIDA. E era tudo mentira e o fim foi trágico.
O Prefeito dá seu grito patético tentando chantagear os baianos. A cidade pode parar !!.
Ora, a auditora fiscal da prefeitura, Karla Borges fez uma advertência muito mais grave e não como chantagem mas como aviso de amigo; A CIDADE PODE MORRER se prevalecer essa reforma tributária inconstitucional absurda, pois a economia de Salvador é fraca e não suporta um arrocho salarial de tal monta, pois não foi só sobre o IPTU, mas sobre o ISS e similares. E o pior o arrocho pode piorar à vontade do prefeito, pois não precisa mais da aprovação da Câmara. Trata-se de um arrocho infinito que o prefeito dosa de acordo com seu humor e seu projeto eleitoreiro. Uma ameaça à democracia; viramos uma monarquia absoluta.
O Sr. ACM Neto procede como o cara que matou a galinha de ovos de ouro pela sua ambição de se promover para vôos futuros.
Ele disse na campanha que iria proceder assim? Ele disse que o recadastramento era apenas uma distração do cidadão enquanto faziam em silêncio quase secretamente, uma reforma tributária draconiana e inconstitucional (o recadastramento era apenas para desviar o alvo do cidadão, não teve nem uma necessidade para fazer a reforma).
E a Câmara? Que vergonha. Só Waldir Pires e Hilton (PSOL) votaram contra. O tributarista Edvaldo Brito se declarou enganado e ficou numa posição constrangedora.
De quem foi essa ordem poderosa que intimidou a Câmara de Vereadores Baiana? Identificando a causa poderemos propor a solução. Foram dois níveis de poder. Deixarei de lado o poder intermediário e irei direto para o superior: O Banco Central. O secretário da Fazenda não está aqui por coincidência; é o mesmo do arrocho de S. Paulo. É o ajuste fiscal para sobrar dinheiro para os juros da dívida, a fera insaciável que levou ao desgaste o Governo Dilma vendendo o campo de Libra.
Então a solução é óbvia. Faz-se uma moratória parcial da dívida enquanto se faz a auditoria exigida pela Constituição que até agora não foi feita. E com esse dinheiro socorrem-se não só os municípios e estados, mas também a saúde e a educação.
Que a justiça baiana não se deixe intimidar por essa chantagem eleitoreira do prefeito.
Há um século foi feita essa mesma chantagem: A BAHIA VAI PARAR SE A IGREJA DA SÉ NÃO FOR DEMOLIDA. E era tudo mentira e o fim foi trágico.